Rosas


Facto: Adoro rosas.

Março | Objectivo


Não interessa se é devagar ou se é depressa. O meu objectivo principal para Março (no que diz respeito a exercício) é conseguir correr dez minutos seguidinhos.

Emprego | Gostar do que se faz


Não é segredo para ninguém que eu estou a trabalhar numa área completamente diferente daquela para a qual eu estudei durante três anos numa faculdade. No entanto, a mulher tímida que havia em mim está a desaparecer. Se antes não gostava destas áreas, agora gosto do contacto directo e quotidiano com as pessoas. Gosto de falar um pouco, de sorrir, de ajudar, mas para isto tudo há um grande contributo: os elogios. Quase todos os dias recebo elogios das pessoas com as quais contacto e essa é uma das certezas de que podemos ser bons em várias áreas, só temos de gostar do que fazemos e colocar em tudo um pouco de nós.

Primavera, chega depressa


Aqui, pela cidade onde vivo, já começa a estar um tempo muito mais agradável: o sol e o calor têm vindo brindar-nos e não poderia saber melhor.

Amor | Quando estamos em paz


Uma coisa é certa - sou muito agarrada às pessoas, gosto de estar segura mesmo sabendo que nada dura para sempre. Na minha relação isso não é(ra) excepção. Quando comecei a namorar com ele raros eram os dias em que não sentia aquela pontinha de medo de o perder. Raros eram os dias em que não pensava "e se ele mudar de ideias?", "e se ele conhecer outra pessoa?", eram constantes os "e se, e se...". Vivia atormentada por um medo sem qualquer fundamento, já que as atitudes dele sempre demonstraram o quanto ele era feliz a meu lado, mas e colocar isso na minha cabeça? Era difícil, talvez por ele ser o homem mais genuíno, o melhor companheiro, aquele homem que arrebata corações com o seu sorriso. A relação foi crescendo e as atitudes dele continuavam a demonstrar aquilo que eu sabia, mas o meu coração ainda lutava com os "e se...". Não sei ao certo quando, só sei que um dia esse pensamento não veio e no dia a seguir também não, nem nos restantes dias. Não sei como esse medo constante de o perder desapareceu e deu lugar a uma enorme tranquilidade no meu coração. Não sei e sinceramente não tenho intenções de tentar descobrir quando foi ou o porquê. O que agora sei e que aprendi com ele é que o amor tem o dever de ser libertador. Não nos serve de nada estarmos presos na dúvida, só nos destrói um bocadinho a cada dia - a nós e à nossa relação. E se um dia aquele medo foi um bicho-papão hoje em dia já não o é mais. Consegui ver (ainda mais) em todas as suas atitudes aquilo que nós mulheres mais queremos da parte do "nosso" homem - estabilidade, amor, família. A vontade de o ter sempre perto de mim continua, maior do que no início, mas se algum dia ele decidir partir vou deixá-lo ir. Com este amor aprendi a maior lição, não somos de ninguém, ninguém é nosso e a paz, serenidade, liberdade que sentimos ao lado de alguém é das melhores coisas do mundo! Esta relação é, sem dúvida alguma, das melhores experiências que algum dia desejei ter - é aconchegante para a alma e para o coração. 

Planos


Planos para uma tarde em que tão depressa chove como faz sol: continuar a leitura do livro actual e uma aula de natação.

Adoro pizzas. Sejam elas de pizzarias mais conhecidas, de pizzarias mais tradicionais ou sejam elas feitas por mim e por isso mesmo vou ter de experimentar a nova pizzaria aqui da cidade. Já está combinado - ele vai levar-me lá e pelo que já vi delas (sim, já andei a ver preços e imagens nas redes sociais) parecem-me ser deliciosas!