Amor | Quando estamos em paz


Uma coisa é certa - sou muito agarrada às pessoas, gosto de estar segura mesmo sabendo que nada dura para sempre. Na minha relação isso não é(ra) excepção. Quando comecei a namorar com ele raros eram os dias em que não sentia aquela pontinha de medo de o perder. Raros eram os dias em que não pensava "e se ele mudar de ideias?", "e se ele conhecer outra pessoa?", eram constantes os "e se, e se...". Vivia atormentada por um medo sem qualquer fundamento, já que as atitudes dele sempre demonstraram o quanto ele era feliz a meu lado, mas e colocar isso na minha cabeça? Era difícil, talvez por ele ser o homem mais genuíno, o melhor companheiro, aquele homem que arrebata corações com o seu sorriso. A relação foi crescendo e as atitudes dele continuavam a demonstrar aquilo que eu sabia, mas o meu coração ainda lutava com os "e se...". Não sei ao certo quando, só sei que um dia esse pensamento não veio e no dia a seguir também não, nem nos restantes dias. Não sei como esse medo constante de o perder desapareceu e deu lugar a uma enorme tranquilidade no meu coração. Não sei e sinceramente não tenho intenções de tentar descobrir quando foi ou o porquê. O que agora sei e que aprendi com ele é que o amor tem o dever de ser libertador. Não nos serve de nada estarmos presos na dúvida, só nos destrói um bocadinho a cada dia - a nós e à nossa relação. E se um dia aquele medo foi um bicho-papão hoje em dia já não o é mais. Consegui ver (ainda mais) em todas as suas atitudes aquilo que nós mulheres mais queremos da parte do "nosso" homem - estabilidade, amor, família. A vontade de o ter sempre perto de mim continua, maior do que no início, mas se algum dia ele decidir partir vou deixá-lo ir. Com este amor aprendi a maior lição, não somos de ninguém, ninguém é nosso e a paz, serenidade, liberdade que sentimos ao lado de alguém é das melhores coisas do mundo! Esta relação é, sem dúvida alguma, das melhores experiências que algum dia desejei ter - é aconchegante para a alma e para o coração. 

Planos


Planos para uma tarde em que tão depressa chove como faz sol: continuar a leitura do livro actual e uma aula de natação.

Adoro pizzas. Sejam elas de pizzarias mais conhecidas, de pizzarias mais tradicionais ou sejam elas feitas por mim e por isso mesmo vou ter de experimentar a nova pizzaria aqui da cidade. Já está combinado - ele vai levar-me lá e pelo que já vi delas (sim, já andei a ver preços e imagens nas redes sociais) parecem-me ser deliciosas!

Não tenho horas para me deitar, tanto pode haver dias em que às oito da noite estou na cama como outros em que à meia-noite ainda estou acordada e sem sono. Para me levantar a conversa já é outra, tudo depende das horas a que entro para o trabalho. E verdade seja dita, sabe tão bem, por vezes, ficar na cama mais um tempo extra.

As ideias


Ultimamente as ideias para o blog têm-me surgido ao visitar o tumblr, mas a maior parte das vezes estas chegam enquanto tomo banho ou enquanto faço as minhas caminhadas.

Vistas da cidade


Se há coisa que eu gosto é de ver as luzes das cidades à noite, acesas. Traz-me quase tanta paz como ver o mar e ele sabe-o bem. Quando estivemos juntos da última vez levou-me a um bar que tem uma vista incrível sobre a cidade. Não, não é um sítio barato e por isso mesmo, pelo menos para nós, não é um local para se ir várias vezes num ano, mas aquele tempo que lá estivemos mostrou-me (mais uma vez) que ele me conhece melhor do que ninguém. Soube tão bem: uma bebida, as luzes e a companhia dele. Não poderia desejar coisa melhor.

Não sei se é defeito ou qualidade nem tão pouco sei o porquê, mas a verdade é que raramente consigo dar os parabéns a quem não me tenha dado.